Ri-te comigo mais um bocadinho por favor!
Até à exaustão, até chorar a rir.
Lês-me os olhos num relance, já conheces tanto de mim.
Contrarias-me as manias, gritas com a apatia.
O que seria de mim sem ti?
Espera só um bocadinho,
Chego aí num instantinho,
Por ti eu vou a correr!
Não te falho, acredita.
Antes, agora, depois
Hei-de-te sempre conhecer.
Compreendes-me a loucura,
Ouves-me sem reclamar,
e és dura quando tem de ser.
Mimas-me como a uma criança,
Minha irmã,
Não de sangue mas de viver.
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