domingo, 22 de maio de 2011

Ana

Ri-te comigo mais um bocadinho por favor!

Até à exaustão, até chorar a rir.

Lês-me os olhos num relance, já conheces tanto de mim.

Contrarias-me as manias, gritas com a apatia.

O que seria de mim sem ti?

Espera só um bocadinho,

Chego aí num instantinho,

Por ti eu vou a correr!

Não te falho, acredita.

Antes, agora, depois

Hei-de-te sempre conhecer.

Compreendes-me a loucura,

Ouves-me sem reclamar,

e és dura quando tem de ser.

Mimas-me como a uma criança,

Minha irmã,

Não de sangue mas de viver.

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